terça-feira, 30 de abril de 2013

Origem do Anel

Diamante Design contemporâneo por Andree Guittcis Brasil.
A origem do anel. O uso dos anéis nos dedos perde-se na mais remota antiguidade. Hebreus, gregos, romanos e demais povos antigos usaram anéis. Os escravos não o usavam, apenas podiam usar argolas metálicas nos tornozelos ou nos braços. O anel era símbolo de autoridade e respeito. Ao tempo dos egípcios, gregos e romanos, os anéis eram verdadeiros sinetes que serviam para selar atos importantes. Os anéis para certos povos tiveram poderes supersticiosos. Eram talismãs, cuja fama e virtude se transmitiram até os gregos e romanos. O lendário anel de Salomão era metade de ferro e metade de cobre; com a metade de ferro, Salomão selava as ordens aos gênios rebeldes, e, com a metade de cobre aos bons gênios. Os árabes, ainda hoje acreditam nesses anéis, e possuem uma ciência para explicar tais poderes. Segundo uma lenda, Gygeu era um pastor da Lídia. Um dia, viu a terra se abrir e desceu por essa abertura. Viu um cavalo de bronze oco, que tinha duas portas nos flancos. Abrindo essas portas, encontrou um cadáver de grandeza sobre-humana, que tinha na mão um anel de ouro. Esse anel, quando virado o seu engaste à palma da mão, tinha o poder de tornar invisível quem o usava. Gygeu apoderou-se deste talismã precioso que fez a sua fortuna na corte, tornou-se rei. Em Roma, durante o governo de Augusto, os senadores e os guerreiros usavam anéis de ouro. Era símbolo de alta distinção. Há várias histórias sobre a origem do anel nupcial (aliança de casamento). Entre as versões apresentadas para explicar a curiosa tradição, destaca-se a de um escritor sueco, segundo a qual remonta a 2.000 anos antes de Cristo a origem da famosa aliança de casamento. Há quem atribua aos judeus a interessante tradição. Sabe-se que o anel primitivo era de ferro imantado, pois os gregos, pelo fato de se dedicarem aos mistérios do magnetismo, acreditavam que um ímã tinha também o poder de atrair o coração humano, órgão que para eles era a sede do amor. Nessa época, os fenômenos magnéticos eram estudados em toda a Grécia, e o ferro, a prata, o cobalto e o níquel constituíam os ímãs artificiais. Os gregos tiveram então a idéia de usar um ímã preso a um dos dedos da mão, após a celebração matrimonial, a fim de atrair até a morte o coração do cônjuge. O ímã, em formato de anel, era usado no dedo anular da mão esquerda em honra daquele órgão (o coração). O Costume passou aos romanos, e a Igreja firmou a tradição, exigindo dos nubentes os anéis nas celebrações matrimoniais. Na Inglaterra surgiram os primeiros anéis de prata, e, os noivos mais abastados usavam-no de ouro e de platina. Os livros cabalísticos mencionam anéis mágicos usados sobretudo na Idade Média.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Henry Mill: o precursor da Máquina de Escrever

Henry Mill nasceu em 1683 e faleceu em 1771. Mill foi um inventor inglês, que patenteou a primeira máquina de escrever, em 1714. Ele trabalhou como engenheiro de obras hidráulicas para a New River Company, e apresentou duas patentes durante sua vida. Uma delas foi para uma mola treinadora (coach spring), enquanto a outra foi para a "máquina para transcrever cartas". A máquina que inventou parece, a partir da patente, ter sido semelhante a uma máquina de escrever, mas, nada mais se sabe. Outros desenvolvedores iniciais de máquinas de escrever, incluem Pellegrino Turri. Muitas dessas primeiras máquinas, incluindo a de Turri, foram desenvolvidas para permitir que os cegos pudessem usá-las.

 



Vida 

O filho mais velho de André e de Dorothy Mill, nasceu em 1683 ou 1684, de acordo com seu epitáfio, ele era uma relação do Sr. Hugh Myddelton. Ele obteve uma nomeação por volta de 1720 como engenheiro para a New River Company. A notícia do obtuário de Henry Mill na Revista Gentleman's, afirma que ele construiu o sistema hidráulico de  Northampton. Ele foi contratado pelo Sr. Robert Walpole para realizar o abastecimento de água para Houghton Hall. Mill, mais tarde, emprega Robert Mylne como assistente. Ele morreu solteiro em sua casa em Strand - Londres, em 26 de Dezembro de 1771, e foi sepultado na Igreja Breamore, próximo de Salisbury, com um longo epitáfio em sua memória. Os epitáfio afirma que ele estava com 87 anos, mas ele está inscrito no registo paroquial com a idade de 88 anos.

 
Invenções

Em 1706, Mill obteve uma patente (n.º 376), para uma melhoria em molas de lâminas, e, também em 1714, uma outra patente (n.º 395) para um aparelho "para imprimir ou transcrever cartas individualmente ou progressivamente, uma após a outra, tão puro e exato para não ser distinguida da impressão, muito útil em assentamentos e registros públicos". A patente não contém qualquer descrição do aparelho, mas tem sido considerada como a primeira proposta para uma máquina de escrever.

 

Referências
http://en.wikipedia.org/wiki/Henry_Mill)