sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Biografia de Nicolau Copérnico

Mikołaj Kopernik
Nicolau Copérnico. Nasceu em Toruń, a 19 de Fevereiro de 1473, e, faleceu em Frauenburgo, a 24 de Maio de 1543. Nicolau Copérnico foi um astrônomo e matemático polonês que desenvolveu a teoria heliocêntrica do Sistema Solar. Foi também cônego da Igreja Católica, governador e administrador, jurista, astrônomo e médico. Sua teoria do Heliocentrismo, que colocou o Sol como o centro do Sistema Solar, contrariando a então vigente Teoria Geocêntrica (que considerava a Terra como o centro), é considerada como uma das mais importantes hipóteses científicas de todos os tempos, tendo constituído o ponto de partida da astronomia.

Origens

Nicolau Copérnico, em polonês Loudspeaker.svg Mikołaj Kopernik, nasceu quando sua cidade natal, Toruń, fazia parte da província da Prússia Real, no Reino da Polônia (1385–1569). Seu pai era um comerciante de Cracóvia e sua mãe era filha de um abastado comerciante de Toruń. Nicolau era o mais jovem de quatro filhos. Seu irmão André tornou-se um cônego da Ordem dos Agostinianos em Frombork (Frauenburgo). Sua irmã Bárbara, mesmo nome de sua mãe, tornou-se uma religiosa da Ordem dos Beneditinos e, em seus últimos anos, priora de um convento em Chełmno (Kulm); tendo morrido após 1517. Sua irmã Catarina casou-se com Barthel Gertner, também importante comerciante e edil da cidade de Toruń, com quem teve cinco filhos, cuidados por Copérnico até o fim de seus dias, não tendo ele próprio se casado ou tido filhos. 

A origem da teoria heliocêntrica

Na teoria de Copérnico, a Terra move-se em torno do Sol. Mas, seus dados foram corrigidos pelas observações de Tycho Brahe. Com base nelas e em seus próprios cálculos, Johannes Kepler reformou radicalmente o modelo copernicano e chegou a uma descrição realista do sistema solar. Esse fenômeno já havia sido estudado e defendido pelo bispo de Lisieux, Nicole d'Oresme, no século XIV. O movimento da Terra era negado pelos partidários de Aristóteles e Ptolomeu. Eles argumentavam que, caso a Terra se movesse, as nuvens, os pássaros no ar ou os objetos em queda livre seriam deixados para trás. Galileu Galilei combateu essa ideia, afirmando que, se uma pedra fosse abandonada do alto do mastro de um navio, um observador a bordo sempre a veria cair em linha reta, na vertical. E, baseado nisso, nunca poderia dizer se a embarcação estava em movimento ou não. Caso o barco se movesse, porém, um observador situado na margem veria a pedra descrever uma curva descendente – porque, enquanto cai, ela acompanha o deslocamento horizontal do navio. Tanto um observador quanto o outro constataria que a pedra chega ao convés exatamente no mesmo lugar: O pé do mastro. Pois ela não é deixada para trás quando o barco se desloca. Da mesma forma, se fosse abandonada do alto de uma torre, a pedra cairia sempre ao pé da mesma – quer a Terra se mova ou não. O cardeal São Roberto Belarmino presidiu o tribunal que proibiu a teoria copernicana. Culto e moderado, ele conseguiu poupar Galileu. Estimulado pelo novo papa Urbano VIII (Maffeo Barberini), seu grande admirador, o cientista voltou à carga. Mas o Papa sentiu-se ridicularizado num livro de Galileu. E isso motivou sua condenação. 
Astrônomo Copérnico: Conversa com Deus, por Jan Matejko.(PD-Art).

A teoria heliocêntrica

A teoria do modelo heliocêntrico, a maior teoria de Copérnico, foi publicada em seu livro, De Revolutionibus Orbium Coelestium (Da revolução de Esferas Celestes), durante o ano de sua morte, 1543. Apesar disso, ele já havia desenvolvido sua teoria algumas décadas antes. O livro marcou o começo de uma mudança de um universo geocêntrico, ou antropocêntrico, com a Terra em seu centro. Copérnico acreditava que a Terra era apenas mais um planeta que concluía uma órbita em torno de um sol fixo todo ano e que girava em torno de seu eixo todo dia. Ele chegou a essa correta explicação do conhecimento de outros planetas e explicou a origem dos equinócios corretamente, através da vagarosa mudança da posição do eixo rotacional da Terra. Ele também deu uma clara explicação da causa das estações: O eixo de rotação da terra não é perpendicular ao plano de sua órbita. Em sua teoria, Copérnico descrevia mais círculos, os quais tinham os mesmos centros, do que a Teoria de Ptolomeu (modelo geocêntrico). Apesar de Copérnico colocar o Sol como centro das esferas celestiais, ele não fez do Sol o centro do universo, mas perto dele. Do ponto de vista experimental, o sistema de Copérnico não era melhor do que o de Ptolomeu. E Copérnico sabia disso, e não apresentou nenhuma prova observacional em seu manuscrito, fundamentando-se em argumentos sobre qual seria o sistema mais completo e elegante. Da sua publicação, até aproximadamente 1700, poucos astrônomos foram convencidos pelo sistema de Copérnico, apesar da grande circulação de seu livro (aproximadamente 500 cópias da primeira e segunda edições, o que é uma quantidade grande para os padrões científicos da época). Entretanto, muitos astrônomos aceitaram partes de sua teoria, e seu modelo influenciou muitos cientistas renomados que viriam a fazer parte da história, como Galileu e Johannes Kepler, que conseguiram assimilar a teoria de Copérnico e melhorá-la. As observações de Galileu das fases de Vênus produziram a primeira evidência observacional da teoria de Copérnico. Além disso, as observações de Galileu das luas de Júpiter provaram que o sistema solar contém corpos que não orbitavam a Terra. O sistema de Copérnico pode ser resumido em algumas proposições, assim como foi o próprio Copérnico a listá-las em uma síntese de sua obra mestra, que foi encontrada e publicada em 1878.
 
As principais partes da teoria de Copérnico são:

  • Os movimentos dos astros são uniformes, eternos, circulares ou uma composição de vários círculos (epiciclos).
  • O centro do universo é perto do Sol.
  • Perto do Sol, em ordem, estão Mercúrio, Vênus, Terra, Lua, Marte, Júpiter, Saturno, e as estrelas fixas.
  • A Terra tem três movimentos: rotação diária, volta anual, e inclinação anual de seu eixo.
  • O movimento retrógrado dos planetas é explicado pelo movimento da Terra.
  • A distância da Terra ao Sol é pequena se comparada à distância às estrelas.

Se essas proposições eram revolucionárias ou conservadoras era um tópico muito discutido durante o vigésimo século. Thomas Kuhn argumentou que Copérnico apenas transferiu algumas propriedades, antes atribuídas a Terra, para as funções astronômicas do Sol. Outros historiadores, por outro lado, argumentaram a Kuhn, que ele subestimou quão revolucionárias eram as teorias de Copérnico, e enfatizaram a dificuldade que Copérnico deveria ter em modificar a teoria astronômica da época, utilizando apenas uma geometria simples, sendo que ele não tinha nenhuma evidência experimental. 

O modelo heliocêntrico
 
Ver artigo principal: Heliocentrismo

Os filósofos do século XV aceitavam o geocentrismo como fora estruturado por Aristóteles e Ptolomeu. Esse sistema cosmológico afirmava (corretamente) que a Terra era esférica, mas também afirmava (erradamente) que a Terra estaria parada no centro do Universo enquanto os corpos celestes orbitavam em círculos concêntricos ao seu redor. Essa visão geocêntrica tradicional foi abalada por Copérnico em 1537, quando este começou a divulgar um modelo cosmológico em que os corpos celestes giravam ao redor do Sol, e não da Terra. Essa era uma teoria de tal forma revolucionária que Copérnico escreveu no seu De Revolutionibus Orbium Coelestium (do latim: Das Revoluções das Esferas Celestes): "quando dediquei algum tempo à ideia, o meu receio de ser desprezado pela sua novidade e o aparente contra-senso quase me fez largar a obra feita". Naquele tempo a Igreja Católica aceitava essencialmente o geocentrismo aristotélico, embora a esfericidade da Terra estivesse em aparente contradição com interpretações literais de algumas passagens bíblicas. Ao contrário do que se poderia imaginar, durante a vida de Copérnico não se encontram críticas sistemáticas ao modelo heliocêntrico por parte do clero católico. De fato, membros importantes da cúpula da Igreja ficaram positivamente impressionados pela nova proposta e insistiram para que essas ideias fossem mais desenvolvidas. Contudo, a defesa, quase um século depois, por Galileu Galilei da teoria heliocêntrica vai deparar-se com grandes resistências no seio da mesma Igreja Católica. Como Copérnico tinha por base apenas suas observações dos astros a olho nu e não tinha possibilidade de demonstração da sua hipótese, muitos homens de ciência acolheram com cepticismo as suas ideias. Apesar disso, o trabalho de Copérnico marcou o início de duas grandes mudanças de perspectiva. A primeira diz respeito à escala de grandeza do Universo: avanços subsequentes na astronomia demonstraram que o universo era muito mais vasto do que supunham quer a cosmologia aristotélica quer o próprio modelo copernicano; a segunda diz respeito à queda dos graves. A explicação aristotélica dizia que a Terra era o centro do universo e portanto, o lugar natural de todas as coisas. Na teoria heliocêntrica, contudo, a Terra perdia esse estatuto, o que exigiu uma revisão das leis que governavam a queda dos corpos, e mais tarde, conduziu Isaac Newton a formular a lei da gravitação universal. Ainda que imperfeita, pois indicava que as órbitas dos planetas seriam circulares e não elípticas como se veio a descobrir, a teoria de Copérnico abriu caminho para as grandes descobertas astronômicas.

Revolução Copernicana

A Revolução Copernicana constituiu-se no processo histórico que redundou na substituição do sistema geocêntrico (Geocentrismo) pelo sistema heliocêntrico (Heliocentrismo), inclusive no que diz respeito às profundas consequências acarretadas por essa substituição para a história da humanidade.

A questão fundamental



Para explicar o porquê de no decurso de 24 horas um dia e uma noite se alternam, um defensor o Geocentrismo postula que a Terra está imóvel e o Sol faz uma volta completa em torno da Terra no período de 24 horas, enquanto um defensor do Heliocentrismo postula que o Sol está parado e que é a Terra que faz um movimento de rotação completa em torno de seu próprio eixo no decurso de 24 horas. Ademais, se bem que o movimento de translação não entre propriamente para a explicação estrita da alternância entre dia e noite ao cabo de cada 24 horas, este defensor do sistema heliocêntrico também admite esta imprescindível translação completa da Terra em torno do Sol no decurso de 365 dias que, como sabemos, constitui-se no próprio fundamento do sistema heliocêntrico e que este é crucial para a explicação consequente, por exemplo, da fase cheia de Vênus. Uma resposta do gênero, no entanto, peca, pelo menos, por duas lacunas. A primeira pode ser assim expressa: ora, se a Revolução Copernicana diz respeito a esta passagem, então por que ela não se deu antes mesmo de Nicolau Copérnico (1473-1543)? Ora, se antes de Nicolau Copérnico houve muitos defensores da mobilidade da Terra, então por quais motivos Copérnico aparece assim tão singularmente como divisor de águas? Na carta que Galileu Galilei escreve em 1615 a Cristina de Lorena, Grã-Duquesa da Toscana, são listados pelo menos sete autores pré-copernicanos que já defendiam a mobilidade da Terra: Pitágoras, Heáclides do Ponto, Filolau, Platão, Aristarco de Samos, Seleuco e Hicetas. A segunda lacuna é que os argumentos em prol do sistema heliocêntrico careciam de defesa convincente, pois contrariavam a intuição e a experiência então consolidadas e por esta razão careciam de argumentos pós-copernicanos, pois Copérnico, como pensador de transição, ainda era parcialmente Aristotélico. Era necessário demolir os argumentos contrários à mobilidade da Terra e este espaço é legado a um protagonista de primeiríssima importância: Galeileu Galilei (1564-1642). É digno de nota que no seu famoso livro Diálogo sobre os dois Máximos Sistemas do Mundo Ptolomaico & Copernicano, publicado em Florença em 1632, Galileu, em uma fala de sua personagem Salviati, tenha assim se manifestado: “…não posso encontrar limite para a minha admiração de como tenha podido, em Aristarco e em Copérnico, a razão fazer tanta violência aos sentidos, que contra estes ela se tenha tornado soberana de sua credulidade” (grifos nossos). As palavras razão e sentidos são fundamentais no método de Galileu reiteradamente mencionado pelo próprio florentino ao longo de sua obra como sendo um tal a combinar experiências sensíveis com demonstrações necessárias. Em outras palavras, era a emergência da consciência de que, sem desconsiderar a importância dos sentidos, era estritamente necessário eleger a primazia da razão. Nesta orientação metodológica, Galileu age de maneira revolucionária, em pelo menos duas vertentes: (1) Inventa a astronomia telescópica (antes dele, toda a astronomia era a olho nu) e não é por outra razão que o ano de 2009 foi escolhido como o Ano Internacional da Astronomia, pois naquele ano se comemorava o quarto século desde que Galileu houvera apontado em 1609 a sua luneta para o Céu e o estudado com os olhos da razão e não meramente com os olhos dos sentidos ingênuos e destituídos de considerações prévias; (2) Inventa a ciência dos movimentos locais que foi a base fundamental com a qual o seu sucessor extraordinário Isaac Newton (1642-1727) firmemente se apoiou. Assim, Galileu refuta o mundo supralunar da quinta essência ou substância etérea de Aristóteles, mostrando que há crateras na Lua, o Sol exibe manchas, que Júpiter é centro de revolução de seus respectivos satélites (uma descoberta em si própria revolucionária) e, dentre outras várias descobertas fundamentais, apresenta uma estupenda prova em prol do sistema heliocêntrico: a existência da fase cheia de Vênus que era inexplicável à luz da concepção geocêntrica. Como a fase de um astro diz respeito a qual porção do disco deste astro é iluminado pelo Sol quando visto por nós aqui da Terra, então Vênus cheia somente é possível quando Terra e Vênus estão em posições diametralmente opostas em relação ao Sol e, por isso, o disco iluminado de Vênus é pequenininho pois a sua distância da Terra é máxima. Em outras posições intermediárias, o disco de Vênus é muito maior, porém a porção iluminada de seu disco é parcial, exatamente pela razão de que as distâncias relativas entre Vênus e Terra serem muitíssimo menores na comparação com a máxima distância relativa quando é exibida a fase cheia de Vênus.

Johannes Kepler

Outro protagonista de primeiríssimo plano no curso da revolução Copernicana foi Johannes Kepler (1571- 1630), famoso pelas suas três leis dos movimentos dos planetas em torno do Sol em órbitas elípticas, ou seja, as assim chamadas: lei das órbitas; lei das áreas; e lei dos períodos (Leis de Kepler).

Isaac Newton

Isaac Newton com a formulação das leis da mecânica e de sua Lei da Gravitação Universal realiza um passo de decisiva importância que se constitui na unificação entre a física de Galileu Galilei dos movimentos locais com a astronomia de Johannes Kepler. Articula conceitos seminais e de grande profundidade como espaço absoluto, tempo absoluto, massa, força e ação a distância.

Revolução Científica

A chamada Revolução Copernicana exigiu desenvolvimentos pós-copernicanos e deste modo seria mais adequadamente denotada por revolução Copernicana-Galileana-Kepleriana-Newtoniana, ou simplesmente, por Revolução Científica. Entende-se também que a posição central de Copérnico em relação aos seus precursores da concepção heliocêntrica, citados na carta de Galileu a Cristina de Lorena, se deve de forma relevanta à defesa do heliocentrismo protagonizada por Galileu. A Revolução Científica constitui-se em um processo longo e complexo como o que se deu no período compreendido entre 1543 (ano da publicação do De Revolutionibus, de Copérnico) e 1687 (ano da publicação dos Principia de Isaac Newton), ou seja, ao longo de quase 150 anos de penoso trabalho.

De Revolutionibus Orbium Coelestium

De Revolutionibus Orbium Coelestium é o nome
De Revolutionibus Orbium Coelestium (1566).
original em latim do livro Das Revoluções das Esferas Celestes, do astrônomo polonês Nikolaus Koppernik, mais conhecido pelo nome latinizado Nicolau Copérnico, publicado em 24 de Maio de 1543 em Nurembergue. É uma das obras mais importantes do período do Renascimento e um marco da Revolução Científica.
A publicação ocorreu durante o ano de sua morte, 1543. Apesar disso, ele já havia desenvolvido sua teoria algumas décadas antes.

Publicação

Na primavera de 1539, Georg Joachim (Rethicus), professor de matemática da Universidade de Wittenberg estudou junto com Copérnico a nova teoria. Rethicus porém teve que assumir outro posto em Leipzig e deixou a supervisão técnica do livro para o clérigo luterano local, Andreas Osiander. Osiander acrescentou um prefácio não assinado que afirmava que o livro não era um retrato real do Universo, mas "um cálculo coerente com as observações".


Citações

- "A sabedoria da natureza é tal que não produz nada de supérfluo ou inútil". (Nicolau Copérnico citado em "Humanidades: Edições 10-15" - página 33, Editora Universidade de Brasília, 1986).
- "Depois de longas investigações convenci-me, por fim, de que o Sol é uma estrela fixa rodeada de planetas que giram em volta dela e de que ela é o centro e a chama. Que, além dos planetas principais, há outros de segunda ordem que circulam primeiro como satélites em redor dos planetas principais e com estes em redor do Sol. (...) Não duvido de que os matemáticos sejam da minha opinião, se quiserem dar-se ao trabalho de tomar conhecimento, não superficialmente, mas duma maneira profunda, das demonstrações que darei nesta obra. Se alguns homens ligeiros e ignorantes quiserem cometer contra mim o abuso de invocar alguns passos da Escritura (Sagrada), a que torçam o sentido, desprezarei os seus ataques: as verdades matemáticas não devem ser julgadas senão por matemáticos". (De Revolutionibus Orbium Caelestium).

Cronologia

  • 1473 – 19 de Fevereiro – nasce Nicolau Copérnico, em Thorn, Prússia Real uma província da Polônia.
  • 1483 – Morre o pai de Copérnico, que vai ser criado pelo tio materno, Lucas Watzenrode.
  • 1489 – Lucas Watzenrode, tio de Copérnico é eleito Bispo de Warmia.
  • 1491 – Copérnico vai para a Universidade de Cracóvia.
  • 1497 – Copérnico vai para a Itália, estudar Direito Canônico na Universidade de Bolonha.
  • 1497 – 9 de Março – Copérnico registra sua primeira observação astronômica: uma ocultação da estrela Aldebarã.
  • 1499 – Copérnico viaja para Roma.
  • 1503 – Copérnico recebe seu diploma em Direito Canônico, em Ferrara.
  • 1503 – Copérnico retorna para a Prússia Real.
  • 1504 – É eleito Cônego em Frauenburgo.
  • 1512 – Morre o tio de Copérnico, o bispo Lucas Watzenrode, que o educou.
  • 1517 – 31 de Outubro – Martinho Lutero publica as 95 teses de sua Reforma.
  • 1534 – Alessandro Farnese é eleito papa sob o nome de Paulo III.
  • 1539 – Rheticus torna-se discípulo de Copérnico, em Frauenburgo.
  • 1542 – O Papa Paulo III restabelece a Inquisição.
  • 1543 – Rheticus, em nome de Copérnico, publica a obra "De Revolutionibus Orbium Coelestium" em Nurembergue.
  • 1543 – Em 24 de Maio morre Copérnico, em Frauenburgo, no mesmo dia da publicação de sua obra "Da Revolução de Esferas Celestes".
  • 1545 – O Papa Paulo III convoca o Concílio de Trento.
  • 2010 – Os restos mortais de Copérnico são enterrados novamente na catedral de Frombork, 467 anos após sua morte.


Referências

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